AUTOR: GEORGE ORWELL CATEGORIA: FICÇÃO (FÁBULA) LIDO EM: OUTUBRO/2014
LIVRO DIGITAL: APP WATTPAD
O AUTOR:
George Orwell, pseudônimo de Eric Arthur Blair, nasceu em 1903, em Bengala (Índia), filho de um funcionário britânico e uma francesa. Muda-se para a Inglaterra em 1911, e vai para um internato. De 1917 a 1921, estuda no Eton College, uma das mais tradicionais escolas inglesas, onde tem aulas com o escritor Aldous Huxley. Em 1922, recusa uma bolsa para a universidade e volta à Índia para trabalhar na polícia imperial.
Retorna à Inglaterra em 1928. Vivendo na pobreza - chega mesmo à mendicância -, vaga por Londres e Paris até meados de 1930. Em 1933, publica seu primeiro livro, Na Pior em Paris e Londres.
Socialista, vai para a Espanha, em 1936, lutar na Brigada Internacional em apoio ao recém-eleito governo popular. Lutando na Espanha (1938) narra suas experiências na Guerra Civil Espanhola.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Orwell trabalha como correspondente de guerra para a BBC. Em 1945, publica A Revolução dos Bichos, até hoje sua obra mais popular. Outro livro conhecido em todas as línguas é seu romance 1984 (1949), uma sátira pessimista sobre a ameaça de tirania política no futuro.
George Orwell morreu em 1950, na Inglaterra, em conseqüência de uma tuberculose. Entre outras obras, escreveu também Dias na Birmânia (1934), O Caminho de Wigan (1937) e Por Que Escrevo (1946)
O LIVRO:
Neste livro, o autor faz uma sátira sobre o poder (a política).
Em uma fazenda, os animais julgam-se oprimidos pelos humanos e, por este motivo, fazem uma revolução onde expulsam os humanos e tomam o poder na fazenda. A princípio, todos teriam direitos e deveres a serem cumpridos. Mas as coisas mudam quando os porcos passam a dizer que todos precisam de alguém para administrar a fazenda e que por serem mais inteligentes que os outros bichos, esta tarefa deve ser deles. Há também muitos personagens interessantes, que devem ser analisados por suas características.
É um livro que nos leva a refletir sobre os valores da sociedade e sobre o quanto somos responsáveis pelas situações em que vivemos.
AUTORA: MONIKA - MARIA STÖCKER EDITORA: MUSA CATEGORIA: BIOGRAFIA RELIGIOSA NÚMERO DE PÁGINAS: 189 LIDO EM: 2014 AUTORA:
MONIKA - MARIA STÖCKER nasceu em 1944; é pedagoga e trabalhou com jovens como acessora durante muitos anos em paróquias. Desde 1991, é assessora da Obra de Santa Teresa na cidade de Augsburg, trabalhando na Pastoral da Juventude.
O LIVRO:
Monika-Maria Stöcker relata a história de Santa Teresinha em forma de diário. O objetivo é tornar conhecida a verdadeira Santa Teresinha, que não foi apenas uma santinha, mas jovem mulher de forte personalidade, desde criança um ser notável. A sua devoção se espalhou entre o povo, mas grandes escritores, intelectuais e artistas também a prezam - Paul Claudel, Julien Green, Georges Bernanos, Edith Stein, Edith Piaf, o físico nuclear Max Thürauf, o filósofo Emmanuel Mounier, e, no Brasil, a escritora Lygia Fagundes Telles.
É um livro muito gostoso de se ler, pois é escrito com vocabulário fácil e a história é bastante atrativa. De acordo com o livro, Santa Teresinha foi uma menina sofrida desde a infância, mas sempre encontrou muito amor em sua família. Era também de família muito religiosa.
É uma linda história que nos faz refletir sobre a importância do amor incondicional nas nossas relações do dia a dia.
Laurentino Gomes nasceu em 1956, em Maringá, no Paraná. Formou-se em Jornalismos na Universidade Federal do Paraná e fez pós-graduação na área de Administração, na USP.
Especializou-se em vários cursos na Universidade de Cambridge, na Inglaterra e em Vanderbilt, nos Estados Unidos.
Há trinta anos atuando como jornalista, trabalhou como repórter e editor para diversos veículos de comunicação do Brasil, entre eles o jornal O Estado de São Paulo e a revista Veja. Atualmente dirige uma unidade da Editora Abril responsável pela publicação de 23 revistas segmentadas.
Além de exercer a função de jornalista, é responsável também pela publicação do livro 1808, para adultos, e da versão juvenil do mesmo, com aquarelas da artista plástica gaúcha Rita Brugger.
Esta obra, direcionada a estudantes e adolescentes, foi publicada em abril de 2008, pela Editora Planeta.
O livro conta a verdadeira história que cerca a saída as pressas da família real para o Rio de Janeiro, este importantíssimo fato histórico se deu em uma das etapas mais cativantes e revolucionárias que envolviam o Brasil, Portugal e o mundo.
As Guerras Napoleônicas, as Revoluções Republicanas e a Escravidão foram o estopim para a transferência da corte portuguesa para o Brasil e sua decisão de aqui permanecer.
O objetivo deste livro, fruto de dez anos de pesquisa jornalística, é recuperar a verdadeira identidade do nosso país e colaborar para que os nossos estudantes tenham o direito à verdade, pois o futuro do país está nas mãos deles.
Em uma linguagem simples e clara, o autor afirma que, apesar de se dizer que o Brasil foi descoberto a 22 de abril de 1500, ele de fato começou a existir a 07 de março de 1808 quando D. João desembarcou na Baía de Guanabara, transformando o Brasil na sede da monarquia.
Tal mudança foi resultado de um lento processo de luta pela liberdade, o Brasil não queria continuar sendo uma colônia submissa de Portugal e aos poucos foi ganhando seu espaço e se transformando em um país independente. Muitas mudanças contribuíram para esta longa jornada, como a abertura dos portos, a criação de universidades, a fundação do Banco do Brasil, a construção de estradas, o nascimento das fábricas, a criação da imprensa e da Polícia Militar, o surgimento do Jardim Botânico entre várias outras melhorias.
A Biblioteca Real se instalou com muita pompa, em uma colônia em que até aquele momento a leitura de livros e jornais não eram permitidos. A economia açucareira e o ciclo do ouro decaíram, fortalecendo a economia em centros como Rio de janeiro, Minas Gerais e São Paulo.
O livro tem 29 capítulos com gravuras de historiadores e pintores da época famosos como: Goya, Debret, Rugendas, Henderson e Chamberlain.
Não podia faltar nesta obra histórica um mapa da viagem de D. João e uma “linha do tempo” que expõe os mais importantes eventos que ocorreram entre a Revolução Francesa e a Independência do Brasil no mundo e no Brasil.
O autor relata em uma passagem de seu livro o amor que D. João VI sentiu pelo Brasil assim que aqui chegou, tanto que quando se viu na obrigação de voltar para Portugal pediu ao seu filho, D. Pedro I que decretasse a Independência imediata do Brasil para que este permanecesse sob domínio de Portugal.
Para Gomes, é preciso estudar história do Brasil para se poder compreender as tantas mudanças pelas quais o país vem passando atualmente.
Laurentino Gomes ganhou pelo seu livro o Prêmio "Ensaio, Crítica e História Literária" da Academia Brasileira de Letras (ABL).
Desde que foi publicado, em cerca de oito meses, “1808” vendeu mais de 350 mil exemplares e está a 35 semanas em primeiro lugar no ranking da Revista Veja como um dos livros mais vendidos do país e a meta da Editora Planeta, é vender meio milhão de exemplares até o final deste ano.
Laurentino Gomes espera que em breve esta obra-prima se torne leitura obrigatória nas escolas estaduais, públicas, particulares, cursinhos e até mesmo nas universidades, pois é uma referência e uma homenagem ao Brasil.
Todos os três livros nos dão uma imensa noção de nossa história. Toda a pesquisa e trabalho do autor nos revela o quanto sabemos pouco de nossa própria história. Após a leitura destes livros passamos a ter uma visão mais profunda de nossa realidade, sempre baseada no passado e na história que continua a se repetir (embora os personagens sejam outros). Recomendo a todos que tenham a oportunidade de estar em contato com estas maravilhosas obras, que as leiam.
Jostein Gaarder (nascido no dia 08 de agosto de 1952, em Oslo, Noruega) é um escritor de romances, contos e histórias infantis. Tem muitos livros publicados e premiados, dentre eles "O Mundo de Sofia".
"O ensino da filosofia não precisa ser complexo, intricado. Tem a ver com a curiosidade, a mania de fazer perguntas, algo que perdemos na cultura ocidental quando envelhecemos." (Jostein Gaarder)
O Livro:
Neste livro, o autor conta a história de um menino de 15 anos que recebe uma carta deixada por seu falecido pai. Nela, o pai conta sua aventura, como conheceu e viveu com a "garota das laranjas"; bem como sua tristeza por ter que deixá-la e deixar também seu filho devido a doença fatal que tinha. A misteriosa "garota das laranjas", na verdade é sua mãe, com quem seu pai se casou e viveu uma linda história de amor e companheirismo.
Por toda a história permeiam questões filosóficas que nos levam a refletir sobre situações básicas de nossas vidas, nossas escolhas e nosso futuro. É uma bela história.
AUTOR: ANDERSON CAVALCANTE EDITORA: SEXTANTE CATEGORIA: AUTOAJUDA ANO DE EDIÇÃO: 2012 PÁGINAS: 144 LIDO EM: SETEMBRO/2014 WWW.ANDERSONCAVALCANTE.COM.BR AUTOR:
Empresário de sucesso, Anderson é formado em Administração de Empresas com ênfase em marketing, possui especialização em Psicodinâmica Aplicada a Negócios, Gestão Empresarial e MBC - Manager Business Communication em parceria com a Universidade da Florida.
Incansável na busca de novos conhecimentos visitou inúmeras organizações no mundo buscando se aprimorar no que tem de mais moderno em gestão de pessoas e liderança, destaque a St. Pittsburgh Journal, Walt Disney World, NASA, entre outras.
Com experiência internacional, em 2004 foi reconhecido como o palestrante mais jovem a ministrar palestras para empresários no Japão.
Como palestrante tem buscado contribuir com as empresas ao levar provocações, principalmente nas áreas de alinhamento estratégico, gestão de pessoas, valores, qualidade de vida e liderança.
É apaixonado por gente e conhecimento, se tornou um escritor de sucesso, tendo suas obras lançadas no Brasil e Europa. Seus livros estão sempre presentes nas listas dos Livros Mais Vendidos do Brasil, tendo obtido uma venda superior a um milhão de exemplares.
O LIVRO:
Neste livro, o autor nos mostra a importância de ter uma vida consciente do que queremos, do que nos faz feliz, do que "realmente importa". Leva-nos a uma reflexão sobre o que estamos fazendo com as nossas vidas e com as pessoas que amamos. Aponta-nos situações do dia a dia nas quais podemos fazer escolhas por uma vida melhor. E mais, nos propõe que tenhamos metas para atingir nossa felicidade, assim como temos metas no trabalho, nas finanças, e em outros projetos da vida. Além disso, deixa claro que tais metas devem ser escritas e consultadas sempre para que tenhamos a garantia de que as estamos cumprindo.
COMENTÁRIO:
No geral, o livro é bom para quem está em um momento da vida em que é necessário rever os conceitos e reavaliar as próprias atitudes. Recomendo.
Ken Follett nasceu em Cardiff, País de Gales, no dia 5 de junho de 1949.
Foi o livro "O buraco da agulha" que levou Ken às listas de mais vendidos. Publicado em 1978, o livro ganhou o prêmio Edgar Allan Poe e vendeu mais de 10 milhões de exemplares. Após este acontecimento, o autor passou a dedicar-se à vida de escritor, tornando-se conhecido por seus livros épicos e suas pesquisas sobre momentos históricos.
Bibliografia O buraco da agulha - 1978 Triângulo - 1979 A chave de Rebeca - 1980 O homem de São Petersburgo - 1982 O voo da águia - 1983 Na toca do leão - 1986 Os pilares da terra -1989 Noite sobre as águas -1991 Uma fortuna perigosa - 1993 Um lugar chamado Liberdade - 1995 O terceiro gêmeo - 1996 O martelo do Éden - 1998 Código Zero - 2000 Jackdaws – Agentes especiais - 2001 O voo da vespa - 2002 Tempo fechado - 2004 Mundo sem fim - 2008 Queda de gigantes - 2010 Inverno do mundo - 2012
O LIVRO:
Cinco famílias, cinco países e cinco destinos marcados por um período dramático da história. Queda de gigantes, o primeiro volume da trilogia “O Século”, do consagrado Ken Follett, começa no despertar do século XX, quando ventos de mudança ameaçam o frágil equilíbrio de forças existente – as potências da Europa estão prestes a entrar em guerra, os trabalhadores não aguentam mais ser explorados pela aristocracia e as mulheres clamam por seus direitos.
De maneira brilhante, Follett constrói sua trama entrelaçando as vidas de personagens fictícios e reais, como o rei Jorge V, o Kaiser Guilherme, o presidente Woodrow Wilson, o parlamentar Winston Churchill e os revolucionários Lênin e Trótski. O resultado é uma envolvente lição de história, contada da perspectiva das pessoas comuns, que lutaram nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, ajudaram a fazer a Revolução Russa e tornaram real o sonho do sufrágio feminino.
Ao descrever a saga de famílias de diferentes origens – uma inglesa, uma galesa, uma russa, uma americana e uma alemã –, o autor apresenta os fatos sob os mais diversos pontos de vista. Na Grã-Bretanha, o destino dos Williams, uma família de mineradores de Gales do Sul, acaba irremediavelmente ligado por amor e ódio ao dos aristocráticos Fitzherberts, proprietários da mina de carvão onde Billy Williams vai trabalhar aos 13 anos e donos da bela mansão em que sua irmã, Ethel, é governanta. Na Rússia, dois irmãos órfãos, Grigori e Lev Peshkov, seguem rumos opostos em busca de um futuro melhor. Um deles vai atrás do sonho americano e o outro se junta à revolução bolchevique. A guerra interfere na vida de todos. O alemão Walter von Ulrich tem que se separar de seu amor, lady Maud, e ainda lutar contra o irmão dela, o conde Fitz. Nem mesmo o americano Gus Dewar, o assessor do presidente Wilson que sempre trabalhou pela paz, escapa dos horrores da frente de batalha.
Enquanto a ação se desloca entre Londres, São Petersburgo, Washington, Paris e Berlim, Queda de gigantes retrata um mundo em rápida transformação, que nunca mais será o mesmo. O século XX está apenas começando.
Fonte: Livraria Saraiva
COMENTÁRIO:
História muito boa!!! Além de muito bem escrita e com personagens fortes, o autor relata fatos históricos muito importantes. É uma verdadeira aula de história! Vale a pena conferir!!!
Nasceu em Skelleftehamn, na Suécia, em 1954. Foi um dos mais influentes
jornalistas e ativistas políticos de seu país e trabalhou na destacada
agência de notícias TT. À frente da revista Expo, fundada por ele, denunciou organizações neofacistas e racistas. É co-autor de Extremhögern,
livro sobre a extrema direita em seu país. Por causa de sua atuação na
luta pelos direitos humanos, recebeu várias ameaças de morte. Em 2004,
aos cinqüenta anos, pouco após entregar aos seus editores a trilogia Millennium, morreu, vítima de um ataque cardíaco.
Fonte: www.companhiadasletras.com.br/
O LIVRO:
Primeiro volume de trilogia cult de mistério que se tornou fenômeno
mundial de vendas, Os homens que não amavam as mulheres traz uma dupla
irresistível de protagonistas-detetives: o jornalista Mikael Blomkvist e
a genial e perturbada hacker Lisbeth Salander. Juntos eles desvelam uma
trama verdadeiramente escabrosa envolvendo a elite sueca.
Os homens que não amavam as mulheres nos mostra duas histórias
de distintos personagens: o jornalista Mikael Blomkvist,
co-proprietário e editor-chefe da revista Millennium, uma revista que
desmascara escândalos de grandes proporções principalmente na área das
finanças; e a jovem e alternativa hacker Lisbeth Salander, uma jovem que
aparenta ser bem mais nova do que realmente é, que vive sob tutela do
governo, cheia de piercings e tatuagens com problemas de socialização.
Aparentemente as histórias de ambos correm sem aparente ligação, mas
obviamente as histórias se cruzam.
Começamos o livro com um prólogo interessante: um senhor recebendo um
quadro com uma planta seca enquadrada nele, que faz parte de uma vasta
coleção. Descobrimos que esse personagem misterioso recebe um desses por
ano, porém nada mais além disso. O prólogo se fecha e seguimos para o
início da narrativa com Mikael Blomkvist sendo declarado culpado em um
caso de difamação contra uma das mais influentes personalidades suecas:
Hans-Erik Wenneström. Mikael deve pagar um alto valor e ainda deve
cumprir três meses de prisão. Ele então decide se afastar um pouco da
revista. Paralelamente a isso, seguimos a vida de “pesquisadora” de
Lisbeth, que trabalha para a Milton Security como freelancer e um de
seus trabalhos é preparar um dossiê sobre a vida do jornalista Blomkvist
para um dos clientes da Milton.
Esse cliente é na verdade Dirch Frode, advogado de Henrik Vanger um
grande empresário da uma vez gloriosa Indústria Vanger. Ele possui um
passado familiar conturbado e anda obcecado há 40 anos com o
desaparecimento da menina dos seus olhos: a sua sobrinha Harriet Vanger.
Harriet sumiu sem deixar o menor rastro na ilha em que estava com a
família. Sem testemunhas ou qualquer tipo de prova sobre o que aconteceu
a ela, no dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde
ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam.
Entretanto, Henrik está convencido de que ela foi assassinada.
Aproveitando-se da problemática situação em que se encontra Mikael,
Henrik pede-lhe para escrever um livro sobre a biografia da família
Vanger, como desculpa para investigar o desaparecimento de Harriet.
Mikael reluta, mas seu instinto de jornalista acaba cedendo e ele aceita
se instalar na fria ilha de Hedestad para investigar o assunto.
Paralela à pesquisa de Mikael, Lisbeth passa por maus bocados, até que
Blomkvist faz um importante passo na investigação e precisa de alguém
para ajudá-lo em uma pesquisa e os caminhos dos dos se cruzam e Lisbeth e
Mikael – uma dupla improvável, mas que funciona muito bem – começam a
trabalhar juntos.
Esse é um livro bem denso e lotado de informações. Além de numerosa podemos afirmar que a família
Vanger é também repleta de pessoas estranhas. Todo mundo parece muito
suspeito e descobrimos vários podres dos integrantes da família ao longo
do enredo. Também é uma história pesada e cruel, abordando de diversas
formas a opressão contra as mulheres. Os dados que Larsson coloca ao
longo do livro nos inícios de diferentes partes sobre a quantidade de
mulheres violentadas na Suécia são absurdos. Nos leva a imaginar que o
caso do livro pode muito bem ser uma realidade – cruelíssima por sinal.
É praticamente impossível não se identificar ou ter uma enorme
compaixão por Lisbeth. Sua personagem é incrívelmente bem construída e
percebemos ao longo da leitura o quão errado é a impressão de incapaz
que todos possuem dela: a personagem é astuta, muito inteligente e acaba
sendo uma peça crucial para o desfecho do livro em diversas maneiras –
tanto para o caso de Harriet quanto para o troco em Wenneström. Desfecho
aliás, que é de tirar o fôlego de qualquer um.
Fonte: http://livrosemserie.com.br
COMENTÁRIO:
Excelente história com enredo eletrizante. Uma super história policial. Facinante!!!