AUTOR: ANDERSON CAVALCANTE EDITORA: SEXTANTE CATEGORIA: AUTOAJUDA ANO DE EDIÇÃO: 2012 PÁGINAS: 144 LIDO EM: SETEMBRO/2014 WWW.ANDERSONCAVALCANTE.COM.BR AUTOR:
Empresário de sucesso, Anderson é formado em Administração de Empresas com ênfase em marketing, possui especialização em Psicodinâmica Aplicada a Negócios, Gestão Empresarial e MBC - Manager Business Communication em parceria com a Universidade da Florida.
Incansável na busca de novos conhecimentos visitou inúmeras organizações no mundo buscando se aprimorar no que tem de mais moderno em gestão de pessoas e liderança, destaque a St. Pittsburgh Journal, Walt Disney World, NASA, entre outras.
Com experiência internacional, em 2004 foi reconhecido como o palestrante mais jovem a ministrar palestras para empresários no Japão.
Como palestrante tem buscado contribuir com as empresas ao levar provocações, principalmente nas áreas de alinhamento estratégico, gestão de pessoas, valores, qualidade de vida e liderança.
É apaixonado por gente e conhecimento, se tornou um escritor de sucesso, tendo suas obras lançadas no Brasil e Europa. Seus livros estão sempre presentes nas listas dos Livros Mais Vendidos do Brasil, tendo obtido uma venda superior a um milhão de exemplares.
O LIVRO:
Neste livro, o autor nos mostra a importância de ter uma vida consciente do que queremos, do que nos faz feliz, do que "realmente importa". Leva-nos a uma reflexão sobre o que estamos fazendo com as nossas vidas e com as pessoas que amamos. Aponta-nos situações do dia a dia nas quais podemos fazer escolhas por uma vida melhor. E mais, nos propõe que tenhamos metas para atingir nossa felicidade, assim como temos metas no trabalho, nas finanças, e em outros projetos da vida. Além disso, deixa claro que tais metas devem ser escritas e consultadas sempre para que tenhamos a garantia de que as estamos cumprindo.
COMENTÁRIO:
No geral, o livro é bom para quem está em um momento da vida em que é necessário rever os conceitos e reavaliar as próprias atitudes. Recomendo.
Ken Follett nasceu em Cardiff, País de Gales, no dia 5 de junho de 1949.
Foi o livro "O buraco da agulha" que levou Ken às listas de mais vendidos. Publicado em 1978, o livro ganhou o prêmio Edgar Allan Poe e vendeu mais de 10 milhões de exemplares. Após este acontecimento, o autor passou a dedicar-se à vida de escritor, tornando-se conhecido por seus livros épicos e suas pesquisas sobre momentos históricos.
Bibliografia O buraco da agulha - 1978 Triângulo - 1979 A chave de Rebeca - 1980 O homem de São Petersburgo - 1982 O voo da águia - 1983 Na toca do leão - 1986 Os pilares da terra -1989 Noite sobre as águas -1991 Uma fortuna perigosa - 1993 Um lugar chamado Liberdade - 1995 O terceiro gêmeo - 1996 O martelo do Éden - 1998 Código Zero - 2000 Jackdaws – Agentes especiais - 2001 O voo da vespa - 2002 Tempo fechado - 2004 Mundo sem fim - 2008 Queda de gigantes - 2010 Inverno do mundo - 2012
O LIVRO:
Cinco famílias, cinco países e cinco destinos marcados por um período dramático da história. Queda de gigantes, o primeiro volume da trilogia “O Século”, do consagrado Ken Follett, começa no despertar do século XX, quando ventos de mudança ameaçam o frágil equilíbrio de forças existente – as potências da Europa estão prestes a entrar em guerra, os trabalhadores não aguentam mais ser explorados pela aristocracia e as mulheres clamam por seus direitos.
De maneira brilhante, Follett constrói sua trama entrelaçando as vidas de personagens fictícios e reais, como o rei Jorge V, o Kaiser Guilherme, o presidente Woodrow Wilson, o parlamentar Winston Churchill e os revolucionários Lênin e Trótski. O resultado é uma envolvente lição de história, contada da perspectiva das pessoas comuns, que lutaram nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, ajudaram a fazer a Revolução Russa e tornaram real o sonho do sufrágio feminino.
Ao descrever a saga de famílias de diferentes origens – uma inglesa, uma galesa, uma russa, uma americana e uma alemã –, o autor apresenta os fatos sob os mais diversos pontos de vista. Na Grã-Bretanha, o destino dos Williams, uma família de mineradores de Gales do Sul, acaba irremediavelmente ligado por amor e ódio ao dos aristocráticos Fitzherberts, proprietários da mina de carvão onde Billy Williams vai trabalhar aos 13 anos e donos da bela mansão em que sua irmã, Ethel, é governanta. Na Rússia, dois irmãos órfãos, Grigori e Lev Peshkov, seguem rumos opostos em busca de um futuro melhor. Um deles vai atrás do sonho americano e o outro se junta à revolução bolchevique. A guerra interfere na vida de todos. O alemão Walter von Ulrich tem que se separar de seu amor, lady Maud, e ainda lutar contra o irmão dela, o conde Fitz. Nem mesmo o americano Gus Dewar, o assessor do presidente Wilson que sempre trabalhou pela paz, escapa dos horrores da frente de batalha.
Enquanto a ação se desloca entre Londres, São Petersburgo, Washington, Paris e Berlim, Queda de gigantes retrata um mundo em rápida transformação, que nunca mais será o mesmo. O século XX está apenas começando.
Fonte: Livraria Saraiva
COMENTÁRIO:
História muito boa!!! Além de muito bem escrita e com personagens fortes, o autor relata fatos históricos muito importantes. É uma verdadeira aula de história! Vale a pena conferir!!!
Nasceu em Skelleftehamn, na Suécia, em 1954. Foi um dos mais influentes
jornalistas e ativistas políticos de seu país e trabalhou na destacada
agência de notícias TT. À frente da revista Expo, fundada por ele, denunciou organizações neofacistas e racistas. É co-autor de Extremhögern,
livro sobre a extrema direita em seu país. Por causa de sua atuação na
luta pelos direitos humanos, recebeu várias ameaças de morte. Em 2004,
aos cinqüenta anos, pouco após entregar aos seus editores a trilogia Millennium, morreu, vítima de um ataque cardíaco.
Fonte: www.companhiadasletras.com.br/
O LIVRO:
Primeiro volume de trilogia cult de mistério que se tornou fenômeno
mundial de vendas, Os homens que não amavam as mulheres traz uma dupla
irresistível de protagonistas-detetives: o jornalista Mikael Blomkvist e
a genial e perturbada hacker Lisbeth Salander. Juntos eles desvelam uma
trama verdadeiramente escabrosa envolvendo a elite sueca.
Os homens que não amavam as mulheres nos mostra duas histórias
de distintos personagens: o jornalista Mikael Blomkvist,
co-proprietário e editor-chefe da revista Millennium, uma revista que
desmascara escândalos de grandes proporções principalmente na área das
finanças; e a jovem e alternativa hacker Lisbeth Salander, uma jovem que
aparenta ser bem mais nova do que realmente é, que vive sob tutela do
governo, cheia de piercings e tatuagens com problemas de socialização.
Aparentemente as histórias de ambos correm sem aparente ligação, mas
obviamente as histórias se cruzam.
Começamos o livro com um prólogo interessante: um senhor recebendo um
quadro com uma planta seca enquadrada nele, que faz parte de uma vasta
coleção. Descobrimos que esse personagem misterioso recebe um desses por
ano, porém nada mais além disso. O prólogo se fecha e seguimos para o
início da narrativa com Mikael Blomkvist sendo declarado culpado em um
caso de difamação contra uma das mais influentes personalidades suecas:
Hans-Erik Wenneström. Mikael deve pagar um alto valor e ainda deve
cumprir três meses de prisão. Ele então decide se afastar um pouco da
revista. Paralelamente a isso, seguimos a vida de “pesquisadora” de
Lisbeth, que trabalha para a Milton Security como freelancer e um de
seus trabalhos é preparar um dossiê sobre a vida do jornalista Blomkvist
para um dos clientes da Milton.
Esse cliente é na verdade Dirch Frode, advogado de Henrik Vanger um
grande empresário da uma vez gloriosa Indústria Vanger. Ele possui um
passado familiar conturbado e anda obcecado há 40 anos com o
desaparecimento da menina dos seus olhos: a sua sobrinha Harriet Vanger.
Harriet sumiu sem deixar o menor rastro na ilha em que estava com a
família. Sem testemunhas ou qualquer tipo de prova sobre o que aconteceu
a ela, no dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde
ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam.
Entretanto, Henrik está convencido de que ela foi assassinada.
Aproveitando-se da problemática situação em que se encontra Mikael,
Henrik pede-lhe para escrever um livro sobre a biografia da família
Vanger, como desculpa para investigar o desaparecimento de Harriet.
Mikael reluta, mas seu instinto de jornalista acaba cedendo e ele aceita
se instalar na fria ilha de Hedestad para investigar o assunto.
Paralela à pesquisa de Mikael, Lisbeth passa por maus bocados, até que
Blomkvist faz um importante passo na investigação e precisa de alguém
para ajudá-lo em uma pesquisa e os caminhos dos dos se cruzam e Lisbeth e
Mikael – uma dupla improvável, mas que funciona muito bem – começam a
trabalhar juntos.
Esse é um livro bem denso e lotado de informações. Além de numerosa podemos afirmar que a família
Vanger é também repleta de pessoas estranhas. Todo mundo parece muito
suspeito e descobrimos vários podres dos integrantes da família ao longo
do enredo. Também é uma história pesada e cruel, abordando de diversas
formas a opressão contra as mulheres. Os dados que Larsson coloca ao
longo do livro nos inícios de diferentes partes sobre a quantidade de
mulheres violentadas na Suécia são absurdos. Nos leva a imaginar que o
caso do livro pode muito bem ser uma realidade – cruelíssima por sinal.
É praticamente impossível não se identificar ou ter uma enorme
compaixão por Lisbeth. Sua personagem é incrívelmente bem construída e
percebemos ao longo da leitura o quão errado é a impressão de incapaz
que todos possuem dela: a personagem é astuta, muito inteligente e acaba
sendo uma peça crucial para o desfecho do livro em diversas maneiras –
tanto para o caso de Harriet quanto para o troco em Wenneström. Desfecho
aliás, que é de tirar o fôlego de qualquer um.
Fonte: http://livrosemserie.com.br
COMENTÁRIO:
Excelente história com enredo eletrizante. Uma super história policial. Facinante!!!
Encontrei muito pouco sobre a autora, apenas que:É escritora de livros para adultos e crianças.Escreveu
romances históricos como O Chá do Amor e The Winter Rose, bem como Humble Pie,
um livro ilustrado para crianças. Ela mora em Nova York, com seu marido, sua
filha e dois cães da raça Greyhound.
O LIVRO:
Considerado "excepcional"
pelo Booklist e "muito divertido" pelo Washington Post, O chá do amor
é um romance sedutor, que nos leva a uma viagem pelas agitadas ruas de Londres
e Nova York do fim do século XIX. Falta um ano para que o jovem casal de
namorados, Fiona e Joe, realize seu grande sonho: casar e abrir a própria loja
de chá. Depois de tantos anos economizando cada centavo, tudo indica que,
finalmente, estão próximos do final feliz. Mas o que parecia pouco tempo se
transforma em uma eternidade quando uma série de trágicos e dolorosos
acontecimentos se interpõe na vida dos dois, e eles se distanciam cada vez mais
um do outro. Fiona se vê obrigada a viajar para a América, o que considerava a
sua maior aventura. Mal sabia ela que não há aventura maior que o amor...
O chá do amor conta a história de
Fiona, uma jovem ingênua e sonhadora de 17 anos, e de seu namorado, também
amigo de infância, Joe Bristow. Fiona é operária de uma fábrica de chá e Joe,
um feirante. Ambos têm o sonho conjunto de abrir uma casa de chá muito
especial. E de xelins em xelins depositados em uma lata de chocolates,
lentamente vão se aproximando do tão sonhado objetivo. Porém, ambos não
contavam com os percalços que culminariam no adiamento do sonho a dois. O amor
que tinham um pelo outro seria forte o bastante para mantê-los unidos? Ou a
distância trataria de afastá-los de vez?
Particularmente, admirei-me da
composição multidimensional conferida aos personagens. Fazia com que eles se
tornassem autênticos aos meus olhos. Foi muito bom acompanhar a transição
sofrida de Fiona. De uma jovem ingênua para uma mulher bem sucedida com uma
acurada visão de negócios, porém com um coração sempre leal às suas raízes. Joe
também não esteve imune as oscilações da vida.
Sofreu tremendamente pelas escolhas infelizes que fez, mas tornou-se um
empreendedor de sucesso, porém culpado por ter dado um rumo à vida totalmente
adverso ao que desejara. Os demais personagens são, em sua maioria, cheios de
vida, dor, alegria, tristeza e realidade.
Vale dizer que a escrita de Donnelly
é tão natural e ao mesmo tempo tão rica; capaz de despejar conflitos e tensões
em uma linguagem simples, doce e vívida. Apesar do enredo previsível às vezes,
é possível perceber que a autora tem estilo próprio.
Em tempo: amo descobrir novos
autores; sinto-me melhor ainda quando encontro autores cujas almas se fazem
presentes em cada detalhe da história. Jennifer Donnelly levou dez anos para
escrever seu primeiro livro: O chá do amor. Para se ter uma idéia ela imergiu
de corpo e alma no distrito miserável de Whitechapel em Londres (local onde
ocorreram os assassinatos em série cometidos por Jack o Estripador). Donnely
caiu de amores pelo lugar de onde pôde extrair inspiração das imagens, sons e
impressões do ambiente para escrever o Chá do amor. Tamanha identificação com
Whitechapel levou-a dizer que se tivesse tido uma vida anterior, certamente não
teria sido uma rainha, mas sim uma moradora de favela! Curiosidades a parte, o
resultado do tempo bem empregado torna visível o esforço apaixonado da autora.
Cressida Cowell cresceu em Londres e em uma pequena ilha despovoada ao largo da costa oeste da Escócia, tinha apenas oito ou nove anos quando começou a escrever histórias sobre os vikings e dragões. Quando saiu da escola, foi para a universidade para estudar Inglês, e em seguida para a Faculdade de Arte, onde tem Graduação em Design Gráfico e Ilustração. Para o seu projeto final na escola de Arte, criou um livro para crianças chamado "Little Bo Peep's Library Books", e esse seu primeiro livro foi publicado pela Editora Hodder Childrens em 1998.
O LIVRO:
Conheça Soluço Spantosicus Strondus III: a Grande
Esperança e o Herdeiro da Tribo dos Hooligans Cabeludos - mas um garoto sem
qualquer talento para liderar. "Como Treinar o seu Dragão" conta a
tumultuada jornada de Soluço em sua iniciação como um legítimo guerreiro
viking: junto com os outros garotos da tribo, ele precisa domesticar e treinar
o dragão mais feroz e assustador que for capaz de capturar. Em vez disso,
Soluço acaba com o menor dragão que já se viu - e, para piorar, o animal é
teimoso, impossível de ser adestrado e completamente banguela. Começa aí a
aventura do mais encantador e improvável dos heróis e de seu dragão muito
mal-educado.
Inteiramente ilustrado, com muita ação e o tipo de humor que arranca
gargalhadas até dos mais carrancudos, "Como Treinar o seu Dragão" é o
primeiro livro de uma série que é sucesso mundial, que inspirou o filme de
animação cotado como uma das estreias mais importantes deste ano.
O jeito com que Cressida Cowell escreveu desde o
prefácio, até sua mini biografia na orelha do livro já mostram o delicado senso
de humor da autora. Ela consegue fazer com que o livro pareça ter sido escrito
desde a dedicatória até os desenhos toscamente feitos por Soluço Spantosicus
Strondus III.
Apesar de ser um livro curto, por possuir tantas
imagens, ele consegue passar sua mensagem e encantar por tantos conteúdos
extras, como a transcrição “completa” do livro Como treinar seu dragão, pelo
Professor Traste, os tipos de dragões e até a carta de Stoico, que transformam
o livro em algo cativante.
Cressilda elabora o livro como se o autor fosse o personagem principal fosse Soluço:
Sobre o "autor": Soluço
Spantosicus III foi um extraordinário Herói Viking, Chefe guerreiro, mestre no
combate com espadas e naturalista amador, era conhecido por todo o território
Viking como “O Encantador de dragões”, devido ao poder que exercia sobre as
temíveis feras.
Mas nem sempre foi assim…
Neste livro estão as memórias da época em que Soluço era apenas um garoto
normal. Muito normal. Nem um pouco heróico. Ele precisava desesperadamente
capturar e treinar um dragão, e precisava ser o animal mais impressionante de
todos. Mas tudo o que conseguiu foi uma criaturinha pequena e banguela, nada
ameaçadora. Foi então que seu destino de Herói começou a ser traçado.”
Acho importante citar que assisti o filme que possui o mesmo nome e para meu espanto a história é completamente diferente da contada no livro, apenas se iguala o nome dos personagens e a caracterização da época em que acontece a história.
Nascido em uma família de raízes indígenas, no interior do
México, Don Miguel Ruiz cresceu em contato íntimo com a tradição tolteca,
mantida viva por sua mãe curandeira e por seu avô, que era um nagual (xamã).
Don Miguel Ruiz foi educado para ser também um nagual, mas o contato com a vida
moderna acabou levando-o a estudar medicina e a tornar-se cirurgião e professor
de cirurgia. Uma profunda crise pessoal reaproximou-o de suas origens e fez com
que se dedicasse intensamente durante vários anos ao estudo da tradicional
sabedoria tolteca.
O trabalho de Don Miguel concentra-se na questão
da emergência do "Sexto Sol" do calendário maia, profetizado pelos
ancestrais como um período de excepcionais mudanças planetárias e pessoais. Na
tradição tolteca, um nagual é alguém com a função de orientar outras pessoas no
sentido da obtenção da liberdade pessoal. Com base na filosofia ancestral, Don
Miguel faz uma crítica feroz aos condicionamentos da vida moderna, que
conformam todos os indivíduos a uma ideologia alienante e anestésica, que anula
o livre arbítrio e a lucidez da consciência. Sob muitos aspectos, a visão de
Don Miguel lembra as idéias de pensadores como Herbert Marcuse e Ivan Illitch,
que tanto influenciaram a juventude dos anos sessenta.
Neste livro, o autor procura afirmar que por meio de
quatro compromissos pessoais, todas as pessoas são capazes de transformar seus
cotidianos e suas vidas. As técnicas buscam mostrar uma fonte para transformar
a vida em uma nova experiência de liberdade, amor e verdadeira felicidade.
Os Quatro Compromissos: 1. SEJA IMPECÁVEL COM SUA PALAVRA:
Fale com integridade.
Diga somente aquilo que você realmente quer dizer.
Evite usar sua palavra para falar mal de você mesmo ou para bisbilhotar os
outros.
Use o poder da sua palavra na direção da verdade e do amor.
2. NÃO LEVE NADA PARA O LADO PESSOAL:
Nada que os outros fazem é por sua causa.
O que os outros dizem e fazem é uma projeção de suas próprias realidades, de
seu próprio sonho.
Quando você é imune às opiniões e ações dos outros, você não é vítima de
sofrimento desnecessário.
3. NÃO FAÇA SUPOSIÇÕES: Encontre a coragem para fazer perguntas e expressar o que você realmente quer.
Comunique-se com os outros tão claramente quanto você puder para evitar
mal-entendidos, tristeza e drama.
Com somente este entendimento, você pode transformar completamente a sua vida.
4. SEMPRE FAÇA O SEU MELHOR:
O seu melhor vai mudar de momento para momento; será diferente quando você
estiver saudável como em oposição a quando doente.
Sob qualquer circunstância, simplesmente faça o seu melhor, e evite
auto-julgamento, auto-abuso e arrependimento".
Comentário:
É um livro que nos leva a refletir sobre nossas açoes do dia a dia e o quanto elas interferem em nossa qualidade de vida. A busca implacável pelo sucesso tem feito muitas pessoas adoecerem. Nós somos os responsáveis pelo que somos e o equilíbrio com os outros seres, com o planeta e com nossa consciência é um esforço diário.